Sunday, June 04, 2006

Morre guitarrista do Detonautas


Na noite de hoje, 04/06/06 morre o guitarrista Rodrigo Netto do grupo Detonautas, quando tentava reagir a um assalto. Seu carro foi cercado, e na tentativa de fuga tomou um tiro morrendo na hora. Enquanto eu estava fazendo um trabalho, a televisão estava ligada quando recibi esta notícia, ou melhor, uma pequena nota, ofuscada por tantas reportagens sobre a copa do mundo, fiquei perplexo; pela surpresa do fato e pela total naturalidade do repórter quando a notícia foi dada. Período ruim para morrer esse heim ?! e também para que se retorne a velha disscussão sobre segurança pública. Triste, mas verdade! Descansa em paz Rodrigo

Thursday, May 25, 2006

Elogio à burrice.

Até alguns atrás não conhecia nada do Tom Zé, apenas tinha visto algumas entrevistas dele na televisão. Além daquele visual extravagante ele chama atenção por suas "viagens" sempre bem humoradas. Recentemente resolvi baixar algumas músicas dele, vou postar uma letra dele que me chamou atenção.

Burrice (Tom Zé)

Veja que belezaEm diversa coresVeja que belezaEm vários saboresA burrice está na mesa

Veja que beleza !

Refinada, poliglotaAnda na direita Anda na esquerdaMas a consagraçãoChegou com o adventoDa televisãoDa televisãoDa televisão

(Refrão)

Ensinada nas EscolasUniversidades e principalmenteNas academias de louros e letras Ela está presente Ela está presente

Senhoras e senhores, Senhoras e senhores, Se neste momento solene não lhes proponho um feriado comemorativo para a sacrossanta glória da burrice nacional, é porque todos os dias, graças a Deus, do Oiapoque ao Chuí dos pampas aos seringais, ela já é gloriosamente festejada, gloriosamente festejada.

Saturday, May 20, 2006

Sinais de fé


Os textes da faculdade terminaram. Finalmente só falta uma unidade para o término deste complexo, as vezes injuado, mas interessante terceiro período de jornalismo. Muita leitura, muito conhecimento, em contrapartida muita dúvida, inquietação, preocupação. Como nos fins de semana não procuro ler nada referente a comunicação social, costumo alugar filmes. Desta vez, escolhi ' Sinais', que eu já tinha assistido mas resolvi rever, deviado ao fato de não ter compreendido quase nada na primeira vez que o assisti. O filme é de M Night Shyamalan, diretor de Sexto Sentido, Corpo Fechado , A vila e do ainda não lançado nos cinemas, 'A dama da água', que não vejo a hora de assistir. A história de ' Sinais ' tem como protagonista ' Graham Hess( Mel Gibson ) ex padre e viúvo, que após a morte de sua esposa perdeu completamente a fé. Ele mora com dois filhos pequenos e o irmão mais novo numa região rural, e derrepente é surpreendido por misteriosos desenhos surgidos na sua plantação. Afinal, de onde eles vieram? Palhaçada de algum vizinho traquina? Parece ser mais que isso. Realmente é ; na verdade esses desenhos na plantação foram feitos por alienígenas que invadiram a Terra. Num primeiro análise aparenta ser apenas mais um filme de invasão de ETs, como tantos outros do Steven Spielberg ( Dos bons 'ET, o extraterrestre', e 'contatos imediatos do terceiro grau', até a recente bomba 'Guerra dos mundos' ) mas Shyamalan, deve ser levado mais a sério do que se pensa. A história não é focalizada na invasão alienígina em si, mas na figura de Graham, no estado psicológico do ex-padre viúvo( curioso neh ' ex-padre viúvo') que vive cabisbaixo após a morte da esposa. Um sujeito totalmente cético, que nem mesmo afeto transmite aos filhos, sabemos que ele gosta e quer o bem das duas crianças e do irmão, mas a distancia entre eles é imensa. Apenas um acontecimento inusitado, como uma invasão extra-terrestre pode reaproximá-los e "devolver" a fé e seu compromisso religioso . Não vou entrar em análises detalhados, pois não sou crítico de cinema e consequentemente não tenho habilidade para isso, e tambem porque posso acabar contando trechos importantes e atrapalhando aos poucos que lêem meus textos e ainda não assistiram ao filme. Porém é bom prestar atenção nos filhos de Grahm; no garoto curioso e inteligente que sofre de asma e principalmente na pequena Bo que tem mania de dizer que toda água está contamidada, desse modo ela junta num só instante vários copos cheios d'águas sem os beber completamente( creio que ela sofra de TOC) ,soma-se a eles o irmão mais novo de Graham, ex jogador de baseball que teve a carreira interrompida. Personagens com papéis fundamentais na história.
Sou um sujeito cético, mas uma fala do personagem do Mel Gibson me obrigou a repensar um pouco essa característica :

" Você deve se perguntar que tipo de pessoa você é. Você é do tipo que quando vê sinais, vê milagres? ou você acredita que as pessoas dão sorte ?, ou então...será que coincidências não existem? "

Qual o tipo de pessoa vocês são?

Quem assistiu a filme pode comentar o que achou !

Quem ainda não assistiu, não perca!!

Thursday, May 18, 2006

PCC, periferia e orkut.

Não tenho muito mais a falar sobre a série de assassinatos ocorrida em São Paulo que vitimou muitos policiais( não sei o número exato). Diariamente estão sendo expostas na imprensa imagens de uma cidade dominada pelo poder paralelo, que desafia o Estado, e impressiona pela sua organização e ousadia. É impressionante como eles conseguem organizar rebeliões de forma com que elas ocorram simultaneamente em vários presídios do estado, como atacam delegacias, cabines policiais, em vários pontos de São Paulo e executam policiais num curto espaço de tempo; um planejamento cruel porem, exemplar. Enquanto as áreas mais bem localizadas de uma cidade, que são visitadas com frequencia por turistas ou "gente importante" são bem policiadas, as periferias brasileiras encotram-se abandonadas pelo poder público, o que contribuie veementemente para a proliferação de grupos como o PCC. Esse poder paralelo que se estabelece na periferia nasce destas áreas menos beneficiadas , tudo bem; o PCC e outras facções criminosas tem seus tentáculos na legalidade diante de acordo com certos políticos e conluio com a banda podre do judiciário mas pedindo permissão para um pouco de achismo e senso-comum, eu diria que a periferia brasileira, não somente a paulista ou a carioca, está próxima de um Iraque, ou Afeganistão em termos de perigo iminente.
Não havia pensado muito nestas questões. É claro que o ocorrido em São Paulo me surpreendeu, não é sempre que uma cidade daquele tamanho é sitiada por algum grupo. Mas enquanto eu navegava pelo orkut, algo que faço com frequência, passei por uma comunidade chamada " Funk do PCC "( sou bisbilhoteiro mesmo). Apologia clara. Porém o que mais me impressionou foi a quantidade de adolescentes que compunham a comunidade, muitos afirmaram inocentemente que não compactuavam com as atitudes do bando criminoso mas que gostavam de suas músicas, outros no entanto manifestaram defesa do grupo e ainda despejavam insultos ao pequeno grupo que estava na comunidade para protestar contra ela. Um tópico foi criado para "saldar" o possível aparecimento de alguma matéria falando da comunidade na televisão, que eu não acompanhei.
O estado é ineficaz. O poder de facções criminosas expandem-se e não domina apenas a periferia, como também a segunda maior cidade da América latina inteira. Pelo que estou observando, até o lazer está sendo usado para ajudar na manutenção do crime organizado, e pior, está sendo patrocinado por jovens de classe média, ou classe média alta( não creio que pobre tenha orkut) que entram em comunidades com apologias descaradas e compram os "funks proibidões" que são vendidos no mercado negro. A polícia tem que ser contestada, sim. Jovens inocentes são agredidos e muitas vezes humilhados por policiais incompetentes, claro. Todavia isso não pode servir de motivo para que se criem músicas com letras que fazem apologia ao crime e que induzem a população a ter medo da polícia. E aos pais dos adolescentes orkuteiros, está na hora de da uma bisbilhotada e visitar as comunidades deles.

Sunday, May 14, 2006

Religião x Contestação

"Eu já passei por todas as religiões Filosofias, políticas e lutasAos 11 anos de idade eu já desconfiava da verdade absoluta” (Raul Seixas)


Desconfiar. Questionar. Contestar. Hábitos natos do ser humano, e no meu ponto de vista essenciais para a construção da personalidade de alguém. Alguns exercem estes hábitos de forma tímida, outros de forma veemente e se tornam chatos , prepotentes ,e muitas vezes preconceituosos, ao ponto de questionarem e concordarem com alguma suposta superioridade racial, por exemplo. O que observo de mais grave, no entanto, é que muitas pessoas abrem mão do questionamento de várias questões por alguma razão, a principal delas é a religião. Tenho acompanhado a repercussão que o filme ‘ Código Davinci ‘ vem trazendo antes mesmo da sua estréia. Na Índia, um grupo religioso, oferece 25 mil dólares pelo escritor Dan Brown vivo ou morto, no Brasil um deputado católico tenta proibir a veiculação do filme, afirmando que existe nele um amontoado de mentiras a respeito de Jesus e que a verdade mesmo é encontrada na Bíblia. Gostei do livro, apresenta uma narrativa com um ritmo alucinante, personagens misteriosos e levanta questões sinistras até em tão pouco comentadas. Afinal, Jesus se casou com Maria Madalena? Teve filhos, cujos descendentes encontram-se vivos e são defendidos pela tal entidade secreta chamada priorado de Sião? Sinceramente não sei. O livro consegue prender o leitor com essas questões, mas para mim foi somente um mero (e bom) divertimento. O que me incomoda é forma como estão combatendo o livro. A defesa da verdade absoluta, exposta na incontestável Bíblia. Não estou querendo afirmar que a Bíblia está certa ou errada. Todavia estão tentando tirar a liberdade do ‘ Dan Brown’de questionar sobre o tema que ele escolheu. Isso não enfraquece a fé de ninguém, mas indubitavelmente abala a igreja como instituição, o que gera reações de todos os tipos, até mesmo com a violência, exposta pelo grupo indiano. Se eu fosse o Dan Brown ficaria com medo de sair na rua. Ele nunca matou ninguém (que eu saiba não), mas cometeu um crime bárbaro para a mentalidade de muita gente. Questionou uma verdade absoluta, e pior, vendeu milhões com isso.

Enquanto os grupos religiosos deveriam está mais preocupados com a união dos povos, com abolição dos preconceitos existente entre os grupos sociais, pensam unicamente na manutenção do poder da própria instituição. Não comecei a questionar a verdade absoluta aos 11 anos como o Raul Seixas. Nessa idade eu tinha acabado de fazer a primeira comunhão, e ainda ecoava nos meus ouvidos os sermões “isso é pecado” “você não pode escutar esse tipo de música” nas aulas de catolicismo (digo: religião). A religião tem sim aspectos positivos, existem pessoas dentro das igrejas e templos que trabalham a serviço da paz e da união entre os povos, mas não dá para viver sem questionamentos, não consigo. Como diz uma comunidade que tenho no orkut: Questionar é evolui!

Movimento dos 'não eufóricos' em copa do mundo.

É isso ai, estamos chegando na copa do mundo. Época em que os carros circulam com bandeirinhas com as cores da nossa pátria, as ruas são pintadas, os mais abastecidos financeiramente pagam mais de 100 reais por uma camisa da Nike, os demais contribuem com o aumento das vendas mercado informal e compram as réplicas, que podem custar até 10 reais. Eu tenho uma bem baratinha comprada na copa de 2002. São várias as demonstrações de amor ao país nesse período. Eu concordo que tais demonstrações têm que existir, afinal de contas o nosso futebol é uma das únicas atividades que ainda dão certo neste país. É motivo de orgulho. No entanto minha euforia acabou. Não estou contando os dias para o começo da copa, não planejo comprar uma camisa com o nome do Ronaldinho gaúcho, não marquei churrasco nem cervejada para assistir aos jogos. Confesso que estou mais preocupado com o campeonato brasileiro, pelo qual ainda tenho fé que meu time do coração (Flamengo!!!! ) obtenha o tão aguardado sucesso. Vai ser difícil esperar um mês de interrupção do campeonato. Quero ver meu time jogar. Num programa do Jô Soares quando ele entrevistou o cantor (flamenguista e apaixonado por futebol) Moraes Moreira, Jô disse que a euforia de muitos brasileiros em relação está em baixa devido ao fato dos jogadores que compõe a seleção não estarem atuando nos times do futebol brasileiro. Penso o mesmo. Os craques não estão nos times do Brasil. Para que torcer por craques do Barcelona, Real Madrid , Juventus? Não acompanho futebol europeu. Além disso qual a graça de torcer para um time cuja população de um país inteiro torce a favor? Sim. Existe a rivalidade Brasil X Argentino, mas se não conheço nenhum ‘hermano’ que motivo tenho para odiar a seleção deles? Nenhum. Não há graça para torcer quando não há rivalidade, provocação, confronto (sem violência claro) Talvez eu até aceite marcar um churrasco e tomar uma cerveja assistindo algum jogo da copa. A galera pode querer e pela pequena farra vou aceitar. Não vou torcer contra o Brasil e talvez até dê algum grito de gol, e me empolgue com alguma jogada sensacional do Ronaldinho Gaúcho. Pode até existir esse dia, mas estou esperando mesmo que chegue quarta-feira e o meu time elimine o Ipatinga e passe para a final da Copa do Brasil, e se for campeão ai sim, me chamem para churrascos, cervejadas, para fazer buzinasso na rua, sair gritando com a bandeira nas costas, que sem dúvidas estarei presente. Será que eu encontraria algum não eufórico?! Pode ser vascaíno, pó de arroz, botafoguense, São Paulino, palmeirense (esse ano cai para a segundona) qualquer torcedor, o que vale é a rivalidade.

_Enquanto isso vou acompanhando a partida Flamengo x Fortaleza pela quinta rodada do campeonato brasileiro, por enquanto está 0x0

Friday, May 12, 2006

Todo condomínio tem alguem assim

Zefinha – O diário do Paris.

Edifício de 12 andares. Quatro apartamentos por andar. Quarenta e oito apartamentos em que vivem famílias com dois filhos, casais jovens que ainda não pensaram em constituir família, pois não é prioridade; solteiros que moram sozinho, estudantes de outra cidade que dividem o apartamento, dentre outros tipos que compõem este império de figuras diversificadas que sempre se cruzam, em alguns momentos esbanjando simpatia, que pode ser sincera ou não, em outros demonstrando frieza. Eis que surge dona Zefinha, morada do 1003 no edifício Paris há quatorze anos, ninguém a vê trabalhando, talvez seja aposentada ou viúva, vá saber. A única atividade dela reconhecida por todos é o mexerico. A aparência da dona não é das melhores, sugere ter cinqüenta anos talvez um pouco mais, um visual descuidado, como se não dedicasse tempo para se arrumar na ânsia de chegar ao pátio do edifício, local ideal para o tráfego de informações. É lá o local que ela coloca os assuntos em dia com empregadas e mães das crianças que brincam ao redor. Sempre tem uma novidade para os condôminos que possam ter a sorte (ou azar) de cruzarem para conversar com ela. Doutor Ricardo comprou um carro novo, teve um aumento no emprego. A filha da Neide do 703 só chega tarde das festas e está sempre trocando de namorado. A Joana está sempre aos berros com o marido. Notícias de todos os tipos saem da boca deste tablóide ambulante que circula diariamente pelo edifício Paris. O tempo passa as mães chamam as crianças, a conversa termina, e dona Zefinha segue rumo ao seu apartamento. Fim de mais um dia de fofoca? Seria bom se fosse. Na porta para o elevador, Zefinha cruza com Pedro um estudante de 19 anos tímido, discreto cuja personalidade introvertida não lhe permite que dedique muito tempo a longas conversas com desconhecidos, desta forma ele a dirige um introspectivo ‘ boa noite ‘ mas para a Dona do 1103 a discrição dele pouco importa, ela quer conversar. Retribui o ‘boa noite’ ao jovem de forma infinitamente efusiva e logicamente puxa assunto, sempre visando abstrair do rapaz o maior número de conhecimento possível. Por ironia e crueldade do destino Pedro mora no 12º andar, um abaixo da velha. Os 45 segundos que levam em média para chegar ao último andar do edifício Paris aumentam de forma considerável. As perguntas são inúmeras. E os estudos? E a namorada? E os seus pais como estão? Viajaram no feriado passado? Já sabe onde vão passar as férias? Ufa! Finalmente o elevador chega ao destino da Zefinha e ela se despede e vai para casa em busca de descanso, devido a um dia tão cheio.
O dia amanhece e a velha mexeriqueira não pode ficar muito tempo em casa, com o habitual desleixo desce em direção ao pátio e encontra o zelador Almir. No momento da conversa, que em se tratando de Zefinha pode ser entendida como investigação da vida alheia, Pedro passa próximo por ela sem dá ao mesmo um ‘bom dia’. A indiferença é uma ofensa de proporções monumentais para uma fofoqueira. E como não obteve informações do monossilábico estudante, resta apenas uma alternativa. Denegri-lo. E assim o jovem tímido, discreto, introspectivo se transforma num garoto frio, e mal educado.
A semana termina. Começa o fim de semana pelo qual as coisas costumam mudar. A circulação de moradores no edifício diminui, alguns viajam, outros passam o período na casa de algum parente na própria cidade. O fato gera uma solidão descomunal para Zefinha que fica com poucas fontes de informação. As novidades tornam-se escassas, devido ao desprezível número de almas vivas circulando o edifício. Escassas também ficam as chances de a linguaruda despejar as informações obtidas durante a semana, ou mesmo na semana passada. Além da presença de moradores circulando o pátio ser quase nula, o número de empregados é reduzido. Todavia ela não baixa a guarda, e com todos os obstáculos existentes nesse período negro para uma fofoqueira, chamado fim de semana, ela segue rumo não ao pátio, mas à portaria, onde encontra Seu Almir, porteiro do edifício desde os primórdios da sua construção. Ele é um profissional ético e não sai por ai comentando sobre os moradores, mas com a habilidade peculiar, Zefinha consegue absorver do mesmo novidades quentes. Com um pouco mais de uma hora de conversa, o tablóide de saias já sabe da reconciliação da Joana com o marido e da visita de ambos à Angra dos Reis, do passeio de Pedro, o garoto mal educado que a velha tanto odeia, com a turma da faculdade para o litoral, e da chegada de novos condôminos para o edifício Paris, novos candidatos a serem notícias no famoso diário da Dona Zefinha. Ela ainda não sabe o nome deles nem de onde vieram, mas esse tipo de informação é muito fácil de se obter para uma figura com demasiada experiência. Entre conversas com o porteiro, e alguns passeios pelo condomínio semi-deserto, o fim de semana termina. Para a alegria de dona Zefinha os moradores retornam de seus respectivos passeios. A velha tem a oportunidade única para fazer o que mais sabe. Transmitir informações.
Nesse império de figuras opostas chamado condomínio, a velha mexeriqueira aparenta ser um mera aliada em conversas descompromissadas. Mas com sua língua afiada, afeta todos.
· Texto referente a disciplina ‘ Português III ‘ do curso de Jornalismo
· Tema a ser analisado: Descrição de tipo
O que acharam?! kkk

Admirável blog novo

Estou de volta. Depois de algum tempo sem escrever em blog e ter perdido a senha do meu antigo, aqui estou. Sem criatividade como sempre para o nome do site, tentei achar vários e sobrou este. Não que meus textos tenham necessariamente algo de admirável, esta nem é minha intenção. Tenhos meus momentos de prepotência que em algumas vezes são úteis,todavia não quero me vangloriar em relação a escrita. Usei o título querendo fazer uma refência ao livro ' Admirável mundo novo' assim como o Zé Ramalho e a Pitty fizeram em suas músicas. Nada orIginal neh?!